OUTONO

OUTONO

     O outono está dando a sua cara ao clima. Está avisando que o inverno está próximo.  O frio é gostoso, traz um “Q” de melancolia, aconchego, romantismo, algo de diferente no ar.

     Mas há o frio que devemos temer: é o frio da indiferença, da tristeza, do desânimo, da mágoa, do desencanto.

    Apesar dos dias difíceis e corridos em que vivemos, não podemos deixar apagar-se a chama do otimismo, da esperança, da amizade.

   Não devemos nos tornar irritados, azedos, intolerantes, resmungões, vendo os outros como concorrentes ou inimigos, vendo os problemas como obstáculos intransponíveis, ou mesmo achando que somos vítimas do destino.

   Ainda que muitos chorem, que eu sorria; ainda que muitos reclamem, que eu trabalhe; ainda que muitos se irritem, que eu solucione os problemas com serenidade; ainda que muitos briguem e praguejem, que eu ame e prossiga firme.

    Sejamos faróis da luz do bom senso em meio a escuridão da dúvida humana.

(Do livro “Reflexões  para a Paz”, de Joamar Z. Nazareth)

 

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